Arquivo para setembro, 2009

Concurso cultural vale vaga em workshop com Robert Castle

Posted in Concursos, Cursos e oficinas, Teatro on 21/09/2009 by dramaticoblog

O site Teste de Elenco está promovendo um concurso cultural que dá vagas para um workshop com o ator e diretor Robert Castle, em São Paulo e no Rio.  Para participar é preciso gravar um vídeo encenando um pequeno monólogo. São dois trechos de peças de Tchekov (de “O Urso”, para atrizes, e de “Pedido de Casamento”, para atores).

Ano passado, Castle também ando por aqui dando oficinas, justo no período do Festival do Rio.

Professor por mais de 10 anos do Lee Strasberg Theatre Institute  em Nova York,  é um dos preparadores de elenco mais solicitados do mundo e tem uma constelação hollywoodiana de atores com quem trabalhou.

Concurso cultural

Concurso cultural

 

As vagas para São Paulo são para oficina que vai de 28 de setembro a 02 de outubro. No Rio, de 12 a 16 de outubro. Os prazos para inscrição são diferentes. Para o curso em São Paulo, até dia 24 (quinta-feira). Para o curso no Rio, até 4 de outubro. Importante: gente do Brasil todo pode participar, mas despesas com hospedagem e transporte ficam por conta do aluno.

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‘Estrela Brazyleira a Vagar – Cacilda!!’ – antropofagia à moda Oficina

Posted in Espetáculos, Teatro with tags , , on 16/09/2009 by dramaticoblog

Por CILENE GUEDES (cileneg@gmail.com)

Antes de a peça começar, Zé Celso, autor, diretor e mestre de cerimônias do Oficina, pega o microfone para pedir aplausos. Não antecipados. Pede que se honrem figuras proeminentes do teatro, misturadas à platéia jovem que enche o Tom Jobim, no Jardim Botânico do Rio – onde se deu a estréia nacional da peça, neste mês. Não era questão de gentileza ou mera política de boa vizinhança do grupo que visitava a cidade, após uns dois anos. Era quase um prólogo, a enunciar que o tema da noite eram os grandes do teatro brasileiro. De outrora, é verdade. Anos 40 e 50. Mas nem por isso a longa noite madrugada adentro seria saudosista ou nostálgica. Ao contrário. “Estrela Brazyleira a Vagar – Cacilda!!” tem apelo para platéias mais jovens – especialmente os estudantes de artes cênicas -, não apenas pela enorme quantidade de informação histórico-poética sobre teatro e teatro brasileiro, mas pela irreverência e espontaneidade com que se apropria dessas informações.
 

Cacilda!!

Cacilda!!

Quando o espetáculo começa, o elenco está em cena e o clima, no figurino, nos telões e na trilha, é de Praia de Copacabana em tempos áureos. O público não percebe de cara, mas a entrada dele se dá através de cortinas que, durante o espetáculo, demarcarão um palco dentro do palco integral em forma de corredor largo, como costumam ter os espetáculos do Oficina. Cacilda Becker, jovem e sonhadora, emerge do centro da cena, após o público assistir ao último trecho da primeira peça da tetralogia, quando Cacilda parte de Santos para o Rio e São Paulo. Veja aí:
 

 
Nas seis a sete horas de encenação que se seguem, o público verá a personagem migrar também de coquete promissora a grande estrela do teatro, entregar-se a uma miríade de amores, dividir-se entre suas qualidades de anjo, vulcão e consciência, debater-se com as amarras do teatro de seu tempo e, enfim, parir o teatro moderno brasileiro, cuja maternidade é simbolicamente dividida com os personagens Estragão (de ‘Esperando Godot”, de Beckett), Mary Tyrone (de “Longa Jornada Noite Adentro”, De Eugene O’Neil) e Lúcia (de “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues) – todos personagens que ela viveu em cena. A paternidade, de maneira um pouco mais prática, digamos assim, cabe ao encenador Zimbienski.
 
Referências ao teatro de todos os tempos estão espalhadas pela peça. Pura antropofagia. O filho de Cacilda é um Hamlet agressivo. Otelo cruza em cena com Grande Othelo, Jasão de uma Medéia real. Mary Tyrone vaga pelo palco no auge de sua trip de morfina, oferecendo o vestido de noiva para Cacilda, numa possível alusão à influência de O’Neil sobre Nelson. 
 
Cacilda!! conserva o tom de ópera carnavelesca de vários espetáculos do Oficina: grandioso, musical, festivo, pointiagudo, sexual, ritualizado… E inacabado. É cheio de arestas. Os atores principais ainda precisam de ponto. A luz falha. O letreiro no telão emperra. O figurino é vestido do avesso. O microfone atrapalha os atores. Zé Celso pára a cena para pedir correções. Entra no palco, interfere, dirige teatro como se fosse maestro diante de orquestra. O espetáculo inteiro pára para todos cantarem parabéns para a atriz principal, Anna Guilhermina, quando o relógio cruza meia noite. E tudo (in)acaba em festa.

Mas compreendo quem ache que, com menos horas e/ou mais precisão, o conjunto seria mais agradável. A sessão que vi começou às 19h e terminou à 1h.
 
Se é duro para o público, que dirá para a Anna Guilhermina, que raramente sai de cena. Sua Cacilda ainda tem muito de coquete. Ostenta um ímpeto juvenil que, imagino, apenas quem tenha conhecido a atriz nesses tempos poderia julgar fiel ou não à realidade. 

Não é dos espetáculos mais participativos do Oficina. A platéia é deixada quieta boa parte do tempo. Ao meu lado, colegas do curso de interpretação mal se continham de vontade de se lançar na brincadeira, que, dessa vez, ficou para o final, com batucada e dança.  (Mas vem mais Cacilda por aí. Os próximos espetáculos ainda não têm data de estréia, mas já têm tema definido: Cacilda no Teatra Brasileiro de Comédia, o TBC, e Cacilda em sua própria companhia, o Teatro Cacilda Becker.)

No fim das contas, Cacilda!!, no Rio, teve clima de ensaio geral.

Não por acasao, chama-se Oficina. Não Ateliê. Muito menos Escritório. É lugar de conserto, de ajuste constante. E é Oficina Uzyna, para de produção extensa, massiva. E é Oficina Uzyna Uzona, caótica, lasciva. Fica ainda mais divertido quando a gente sabe para onde está indo.

PS1: Pela duração da maratona e a profusão típica dos espetáculos do Oficina, obviamente uma infinidade de observações fica de fora de qualquer texto que se queira escrever sobre o espetáculo. Deixo-as para outros espectadores. 

PS2:Vai aí a ficha técnica (na verdade, um pedaço dela…)

 

Autoria
José Celso Martinez Corrêa e Marcelo Drummond

Direção
José Celso Martinez Corrêa

Elenco
Anna Guihermina
Acauã Sol
Adão Filho
Adriana Capparelli
Ana Abbot
Anthero Montenegro
Ariclenes Barrosso
Camila Mota
Cellia Nascimento
Fabianna Serroni
Freddy Allan
Hector Othon
Juliane Elting
Letícia Coura
Lucas Weglinski
Luiza Lemmertz
Marcelo Drummond
Marcio Telles
Mariano Mattos Martins
Naomy Scholling
Rodolfo Dias Paes (Dipa)
Sylvia Prado
Vera Barreto Leite

Músicos
Adriano Salhab
Guilherme Calzavara
Ito Alves
Marcos Leite
Rodrigo Jubeline
Zé Pi

Jude Law é Hamlet na Broadway. O fantasma ronda

Posted in Espetáculos, Teatro with tags , , , on 11/09/2009 by dramaticoblog

Não vou tecer comentários. Não vou ter chance de ver a  peça. Mas, para quem talvez tenha chance desse prazer, fica o aviso. Jude Law estréia “Hamlet”, na Broadway, dia 6 de outubro. É no Broadhurst Theatre. A peça vem de Londres, com um monte de elogios da crítica. Reproduzo em inglês para respeitar o que restou da língua do bardo. 

“A CAPTIVATING, MODERN PRODUCTION. JUDE LAW’S SCINTILLATING PORTRAYAL GOES RIGHT TO THE MARROW.”  (Daily Express)

“A SWIFT, CLEAR, WELL-STAGED VERSION OF SHAKESPEARE’S MOST EXCITING PLAY.” (The Guardian)

 

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Jude Law é 'Hamlet'

Começo a sentir uma dó enorme de não poder tecer comentários. De não poder ver o espetáculo. Mas há de haver outras oportunidades de experimentar “Hamlet”. Até porque, é inevitável. 

“Hamlet”, a peça, é ela mesma um fantasma que fica rondando quem faz teatro, rondando e clamando por grandeza de atitude.

Em coisa de um ano, fui da leitura por puro prazer e curiosidade ao exercício escolar, mas fascinante, de interpretação de um minúsculo trecho. Entre um e outro, assisti à montagem de Aderbal Freire Filho, fiz uma prova teórica que exigia conhecimentos da obra, assisti a um documentário analítico da Royal Shakespeare Company sobre a história… E sem que houvesse grandes planos, ou que uma coisa tenha puxado a outra. Simplesmente aconteceu. O fantasma estava lá, na hora de sempre ou quando menos se esperava.

O pai-fantasma aqui, porém, não é o do príncipe, mas o da obra. O que Shakespeare tinha a dizer a quem se dedica ao teatro ficou cristalino em “Hamlet”. Como todo fantasma,  é uma voz do passado que fala no presente. E assusta.  Não só porque fala. Mas pelo que sabe. Sabe do que foi. E (arrepios!) parece continuar sabendo do que há. 

Para as suas revelações, serve o conselho do Livro das Revelações: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

“Peço uma coisa, falem essas falas como eu as pronunciei, língua ágil, bem claro; se é pra berrar as palavras, como fazem tantos de nossos atores, eu chamo o pregoeiro público pra dizer minhas frases. E nem serrem o ar com a mão, o tempo todo (faz gestos no ar com as mãos); moderação em tudo; pois mesmo na torrente, tempestade, eu diria até no torvelinho da paixão, é preciso conceber e exprimir sobriedade – o que engrande-ce a ação. Ah, me dói na alma ouvir um desses lata-gões robustos, de peruca enorme, estraçalhando uma paixão até fazê-la em trapos, arrebentando os tímpanos dos basbaques que, de modo geral, só apreciam berros e pantomimas sem qualquer sentido. A vontade é man-dar açoitar esse indivíduo, mais tirânico do que Terma-gante, mais heródico do que Herodes. Evitem isso, por favor.”

Galpão vai encenar ‘Till’ nos Arcos e na Lagoa

Posted in Espetáculos, Teatro with tags , , , on 04/09/2009 by dramaticoblog

POR CILENE GUEDES (cileneg@gmail.com)

Num painel publicitário desses que cobrem os fundos das bancas de jornal topei com uma notícia das boas. O táxi passava rápido, mas quando meu olho raspou a palavra “Galpão”, o pescoço virou, num reflexo, para não perder o resto. Deu pra pescar: Grupo Galpão, Till, Lagoa, Arcos da Lapa, setembro.

Bingo!

'Till'

'Till'

Traduzindo depois de pesquisar:

A companhia de teatro Galpão, 27 anos de estrada, traz para o Rio neste mês seu novo espetáculo “Till, a saga de um herói torto”. O espetáculo, que bebe da fonte do teatro popupal medieval e foi concebido num processo que envolveu uma série de  consultas aos espectadores, será encenado ao ar livre, em dois dos cenários mais lindos da cidade e de graça. É um desses programas imperdíveis para quem quer arejar suas experiências como espectador de teatro (com o perdão do trocadilho embutido). Ou para quem jamais pisou num teatro e talvez nunca pise.

De 17 até 20, o palco será o Parque dos Patins.
Dias 24 e 25, será a vez dos Arcos da Lapa.

(No blog do elenco, Eduardo Moreira fala também de uma apresentação no dia 27, na Quinta da Boa Vista, mas ela não aparece na agenda do site do grupo)

Tudo de graça.

“Till Eulenspiegel”, de Luís Alberto de Abreu – autor, entre outros de “O Livro de Jó” – é de 1999. É um texto contemporâneo sobre um personagem folcórico germânico da Idade Média. A sinopse promete um desfile de tipos (a começar pelo personagem-título) que bem pode situar a obra como farsa medieval. A circunstância religiosa ainda reforça isso. Mas, na prática, o personagem comunica um tanto de Arlequim, Scapino, Macunaíma, João Grilo… E comunica com atualidade.

O pulo do gato é dar a um texto que bebe do medievo um ambiente fiel ao teatro popular medieval: é na rua e de graça, é aberto a todo tipo de intempérie e humor. A experiência certamente cria uma instabilidade que, imagino, pode ser aproveitada para enriquecer muito o espetáculo.
 
Sobre a rua desafiadora, Eduardo Moreira, integrante do grupo, resume no site do Galpão:  “Ela nos traz desafios de como apresentar o espetáculo para um público amplo e sem restrições de idade, classe social ou formação intelectual. Isso tem reflexos em todos os elementos de criação, como a dramaturgia, a cenografia, os figurinos e a música.”

A direção de “Till” é de Júlio Maciel. Cenário e figurinos são de Márcio Medina. A direção musical, de Ernani Maletta.

Para dar um gostinho, um pedaço da cena do parto, gravada pela platéia:

Pra ler mais sobre teatro medieval:

Teatro Medieval: tudo ao mesmo tempo agora

Duas pequenas jóias do teatro medieval

Cacilda!! e O Banquete – Zé Celso + Oficina, no Rio

Posted in Espetáculos, Estreias, Teatro with tags , , on 02/09/2009 by dramaticoblog

POR CILENE GUEDEs (cileneg@gmail.com)

Dois espetáculos trazem para o Rio neste início de mês o teatro de Zé Celso Martinez Corrêa. Para quem gosta dos espetáculos-rituais-celebrações-maratonas do Oficina, é chance imperdível, porque não é toda hora que o grupo baixa na cidade. E é aqui que “Estrela Brazyleira a Vagar – Cacilda!!” vai ter estréia nacional. De bônus, vai ser possível ver “O Banquete”, outra montagem recente da companhia paulistana. 

Explicar “Cacilda!!” já seria por demais difícil se eu tivesse visto o espetáculo. Sem ver, então…

Bom, vamos a uma tentativa de simplificar: é a segunda parte da história da atriz Cacilda Becker, que o Oficina vai contar em quatro espetáculos. Ou é uma parte da história da atriz Cacilda Becker como desculpa para lembrar uma geração inteira do teatro brasileiro. Mais ainda, a geração que, como diz o Oficina, “pariu o teatro brasileiro moderno”. A peça-musical se concentra nas grandes companhias, atores e autores dos anos 40, especialmente do palco, mas também fazendo referência ao rádio e ao cinema. 

"Cacilda!!"

"Cacilda!!"

Sobre o jeito da companhia de Zé Celso de fazer isso,  melhor citar, em vez de tentar explicar. Esses são trechos do release um bocado poético que está lá no site do Oficina. Curtam:

A ambição:

“Escrita e dirigida por José Celso Martinez Correa e Marcelo Drummond, CACILDA!! estréia no Rio de Janeiro para despertar a primavera em nosso corpo de multidão, como aconteceu com a Tropicália em 1967, no mundo inteiro em 1968 e nos anos 40, com a geração de Cacilda Becker.  Mesmo durante a segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria, tempo em que se passa a peça, no Rio de Janeiro, capital do Brasil, renascia a Primavera no corpo da geração que pariu a Cultura e o Teatro Brasileiro Moderno.”

Roteiro e encenação:

“Cacilda aos 20 anos de idade, chegava à Cidade Maravilhosa, onde um Coro imenso de protagonistas renascia na Arte de Dionísios nos Trópicos do Hemisfério Sul: Vila Lobos, Oscar Nyemeyer, Lina Bardi, Oswald e Mário de Andrade, da Cinédia, da Atlântida, as Escolas de Samba do Rio de Janeiro, Luiz Gonzaga, os Artistas da Rádio Nacional que inventaram a Era de Ouro, do Samba, do Baião.

“O público entra pelas clássicas cortinas vermelhas de um Teatro, com saindo dos bastidores desta Arte. Nós e público brincamos então com o bebezinho ainda, teatro moderno brasileiro.

“A peça inicia-se com a cena de Cacilda saindo da Central do Brasil, dando continuidade ao 1º Ato de Cacilda! para o Rio de Janeiro. (…) vemos passar a vida de Cacilda Becker nos Anos 40 em meio a todas as personagens que movimentavam o Brasil e o mundo nessa época (…) as Cantoras do Rádio, Jean Sablon, cantor da 2º Guerra, recém chegado ao Brasil no Porto de Santos, escapado da captura da França pelos nazistas. O jovem repórter Tito Fleury, que na peça namora, noiva e se casa, quando faz “ O Vestido de Noiva”, o próprio Nelson Rodrigues, Grande Othelo, Ziembinski, Bibi Ferreira, Dona Alzira e a atriz Cleyde Yaconis…”

“As Cartas de Cacilda constituem o roteiro…”

“A peça tem como um dos pontos mais marcantes a intimidade dos bastidores, ensaios na vida e nos palcos, telas, rádios, dos mortais, que construíram antes de nós, essa delícia que vivemos hoje a da vida de artista.  É o teatro sendo teatro do teatro…”

Bom, por esse panorama, dá para perceber que a coisa promete ser uma aula imperdível para quem estuda teatro. Basta entregar-se àquele modo Oficina de contar suas histórias, que às vezes vira uma massaroca humana de cor, fúria, verbo, música, carne e fluidos corporais… Tudo estendido por horas e horas. Mas horas intensas. 

O elenco:

Anna Guilhermina – que atuou em”Vento Forte para um Papagaio Subir” , “Cypriano y Chantalan ” , “Os Bandidos”, de Shiller, e “As Bacantes” e que quase pariu em cena durante uma das apresentações de “Homem 1”, parte da maratona de “Os Sertões” – é a Cacilda que conduz o espetáculo. Luisa Lemmertz e Ana Abbot também interpretação a atriz.

“Bibi Ferreira estará em Camila Mota e Rita Hayworth em Sylvia Prado. As demais atrizes cantoras em cena são: Adriana Capparelli, Adriana Viegas, Cellia Nascimento, Fabianna Serroni, Juliane Elting, Letícia Coura, Naomy Scholling e Vera Barreto Leite.”

“O elenco masculino é formado por Marcelo Drummond que além de co-escrever e dirigir interpreta Ziembinsk, atuando ao lado de Acauã Sol, Adão Filho, Anthero Montenegro, Ariclenes Barroso, Freddy Allan, Lucas Weglinski, Márcio Telles, Mariano Mattos Martins, Rodolfo Dias Paes.”

(Veja a ficha técnica completa aqui)

 

Sobre “O Banquete”, recomendo o vídeo que a Marcia Abos gravou com ele para “O Globo”:  http://oglobo.globo.com/cultura/video/2009/12898/default.asp

 

Serviço:

ESTRELA BRAZYLEIRA A VAGAR – CACILDA!! (duas exclamações)

5, 6, 7, 12 e 13 de setembro, às 18 horas, no Espaço Tom Jobim, dentro do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.
Custa R$ 40
Clientes do Cartão Petrobras, com acompanhante, pagam a meia.
O Banquete
9 e 10 de setembro, às 20 horas, Espaço Tom Jobim, Jardim Botânico
Custa R$ 40
Clientes do Cartão Petrobras, com acompanhante, pagam a meia.